IGOR GIELOW (FOLHAPRESS) - Acusada pelos EUA de planejar ajudar a Rússia econômica e militarmente, o que nega, a China tentou se distanciar da crise ucraniana nesta terça-feira (15).
O chanceler Wang Yi disse a seu colega espanhol, José Manuel Albares, que "desde o primeiro dia da crise, nós estamos usando nosso caminho para promover a paz como um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU".
"A China não está envolvida na crise e nós não queremos ser afetados pelas sanções. Temos o direito de defender nossos interesses", afirmou.
Na véspera, os EUA haviam advertido Pequim de que haveria consequências em caso de ajuda ao aliado Vladimir Putin.
Notícias ao Minuto
Internacional Lula discursa na abertura do Fórum Econômico da AL e Caribe, no Panamá Internacional Brasil e União Europeia reconhecem equivalência em proteção de dados Acordo valida leis sobre uso de informações entre os territórios Internacional Microsoft anula contrato com Israel usado na vigilância de palestinos Decisão ocorre após jornal revelar uso de tecnologia na guerra
Internacional Brasil apresenta soluções de financiamento climático em Nova York Internacional "Tanto Israel quanto a Palestina têm o direito de existir", diz Lula Presidente diz que direito de defesa não autoriza matança de civis