SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um comboio de quase cem civis foi retirado neste domingo (1º) dos bunkers da siderúrgica Azovstal, em Mariupol, depois que a ONU e a Cruz Vermelha lideraram um acordo para aliviar a situação do cerco mais destrutivo da guerra da Ucrânia. Crianças estavam entre os resgatados.
Sob ataque russo há quase dois meses, a cidade portuária se transformou em uma espécie de terreno baldio, com número desconhecido de mortos e milhares de pessoas tentando sobreviver sem água, comida e saneamento.
"Começou a retirada de civis de Azovstal. O primeiro grupo de quase cem civis já está a caminho de uma área controlada. Amanhã nos reuniremos com eles", escreveu o presidente da Ucrânia, Volodomir Zelenski, em sua conta no Twitter.
A cidade está sob controle russo, mas alguns combatentes e civis se abrigaram no subsolo nas obras da siderúrgica da era soviética, fundada sob Josef Stálin e projetada como um labirinto de bunkers e túneis para resistir a ataques.
"A ONU confirma que uma operação de passagem segura está em andamento na siderúrgica Azovstal", disse o porta-voz Saviano Abreu. "Neste momento, e como as operações estão em andamento, não compartilharemos mais detalhes, pois isso pode comprometer a segurança dos civis e do comboio."
Notícias ao Minuto
Internacional Lula discursa na abertura do Fórum Econômico da AL e Caribe, no Panamá Internacional Brasil e União Europeia reconhecem equivalência em proteção de dados Acordo valida leis sobre uso de informações entre os territórios Internacional Microsoft anula contrato com Israel usado na vigilância de palestinos Decisão ocorre após jornal revelar uso de tecnologia na guerra
Internacional Brasil apresenta soluções de financiamento climático em Nova York Internacional "Tanto Israel quanto a Palestina têm o direito de existir", diz Lula Presidente diz que direito de defesa não autoriza matança de civis