GUARULHOS, SP (FOLHAPRESS) - O Conselho de Estado de Portugal, órgão consultivo que reúne ex-presidentes, chefes do Legislativo e do Judiciário e representantes dos cidadãos, deu parecer favorável à dissolução do Parlamento após reunião na noite desta quarta (3).
A aprovação do conselho é uma das etapas obrigatórias para que o presidente Marcelo Rebelo de Sousa possa dissolver o Legislativo e convocar eleições antecipadas. As datas das duas medidas devem ser anunciadas pelo chefe de Estado nesta quinta (4).
A dissolução da Assembleia da República e a convocação de eleições legislativas antecipadas começaram a ser organizadas após o Parlamento lusitano reprovar, na última semana, a proposta do Orçamento para 2022, abrindo uma crise política.
A rejeição ao projeto apresentado pelo premiê António Costa, do Partido Socialista, já era esperada. Legendas como o Partido Comunista Português e o Bloco de Esquerda, que viabilizaram o governo nos últimos anos, já haviam anunciado que votariam contra a proposta.
Para que Rebelo de Sousa pudesse dar início ao processo, porém, era necessário seguir alguns trâmites, como um encontro com o premiê e o presidente da Assembleia da República, além de reuniões com representantes partidários. O parecer favorável do Conselho de Estado, dado nesta quarta, era o último passo necessário.
Segundo informações do jornal português Público, o mais provável é que as eleições sejam convocadas para 30 de janeiro de 2022.
Notícias ao Minuto
Internacional Lula discursa na abertura do Fórum Econômico da AL e Caribe, no Panamá Internacional Brasil e União Europeia reconhecem equivalência em proteção de dados Acordo valida leis sobre uso de informações entre os territórios Internacional Microsoft anula contrato com Israel usado na vigilância de palestinos Decisão ocorre após jornal revelar uso de tecnologia na guerra
Internacional Brasil apresenta soluções de financiamento climático em Nova York Internacional "Tanto Israel quanto a Palestina têm o direito de existir", diz Lula Presidente diz que direito de defesa não autoriza matança de civis